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sexta-feira, 23 de março de 2018

"O Tatuador de Auschwitz" de Heather Morris

Tanta coisa para dizer sobre este livro e tāo poucas palavras aparecem no meu cérebro... Apenas vos digo que sendo uma história verdadeira esta, a do tatuador de Auschwitz, de tāo incrivel que é, parece ficçāo. Ter sobrevivido a esse campo de terror durante 3 anos foi um feito que poucos realizaram.

Uma das coisas que sempre me imprecionou foi saber que a realidade foi escondida de tal forma que poucos se deram conta do que realmente se passou nos campos de concentraçāo. E, saídos desses campos de extremínio, os prisioneiros tiveram de se "virar" por eles próprios e poucos tiveram ajuda profissional e cuidada. Muitos, também, preferiram tentar esquecer e viver o melhor possível a vida que ainda lhes restava. O silêncio imperou durante muito tempo. Demasiado!

Estas sāo apenas algumas consideraçōes sobre uma época terrível da História que me apraz fazer. Outras ficam por dizer e refletir.

O tetovierer (tatuador) de Auschwitz fez tudo o que pôde para sobreviver. Conseguiu uma posiçāo privilegiada que lhe permitia ter acesso a um sītio melhor para dormir e tinha direito a uma alimentaçāo melhorada. No entanto, nāo deixou de ajudar alguns amigos fornecendo alimentos que conseguia arranjar contrabandando. Sim, fez tudo para sobreviver e manter-se vivo. Quem nāo o faria?

O seu amor por uma prisioneira, Gita de seu nome, manteve-o sempre focado no dia em que poderiam sair daquele inferno. Mas houve momentos em que a morte dos amigos se abateu sobre si e o desânimo que se apoderou dele foi terrível...

Uma história da História que vos aconselho a ler. Nota máxima, nāo tanto pela forma como é descrita mas pelo seu conteúdo impressionante.

Terminado em 21 de Março de 2017

Estrelas: 6*

Sinopse
Esta é a história assombrosa do Tatuador de Auschwitz e da mulher que conquistou o seu coração - um dos episódios mais extraordinários e inesquecíveis do Holocausto.

Em 1942, Lale Sokolov chega a Auschwitz-Birkenau. Ali é incumbido da tarefa de tatuar os prisioneiros marcados para sobreviver - gravando uma sequência de números no braço de outras vítimas como ele - com uma tinta indelével. Era assim o processo de criação daquele que veio a tornar-se um dos símbolos mais poderosos do Holocausto.

À espera na fila pela sua vez de ser tatuada, aterrorizada e a tremer, encontra-se Gita. Para Lale, um sedutor, foi amor à primeira vista. Ele está determinado não só a lutar pela sua própria sobrevivência mas também pela desta jovem.

Um romance baseado em entrevistas que Heather Morris fez ao longo de diversos anos a Lale Sokolov, vítima do Holocausto e tatuador em Auschwitz-Birkenau. Uma história de amor e sobrevivência no meio dos horrores de um campo de concentração, que agradará a um vasto universo de leitores, em especial aos que leram A Lista de Schindler e O Rapaz do Pijama às Riscas, e que nos mostra de forma pungente e emocionante como o melhor da natureza humana se revela por vezes nas mais terríveis circunstâncias.

Para saber mais sobre este livro, aceda ao site da Presença aqui.

Cris

2 comentários:

  1. Foi mais um livro sobre o tema, que eu adorei. A principio, confesso que pensei que era ficção. O fato de ele ter encontrado tantas pedra e brilhantes achei estranho. Só quando li a orelha, percebi que era verídico. Felizmente eles safaram-se. Mas gostei bastante do livro 5*

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  2. De tão incrível parece ficção, não é Jsy? Beijinhos

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