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domingo, 20 de março de 2016

"Mulheres" de Carol Rossetti

8 de Março, Dia Internacional da Mulher. Há quem apoie a ideia de que não é preciso um dia da mulher, um dia dos namorados, um dia de qualquer outra coisa... Que todos os dias devem ser dias de. Não sou dessa opinião. Claro que não é suposto só nos lembrarmos nesse dia específico de alguém ou de alguma coisa mas por que raio é que não pode existir um dia especial? Para que seja relembrado tudo o que nunca deve ficar esquecido?

Não sou feminista. Nunca pensei muito nisso, aliás! Mas este livro, que se folheia bem depressa fez-me perceber que ainda existem alguns preconceitos cá dentro. E fez-me perceber que se calhar há coisas que preciso repensar porque há alguns muito enraízados que quase não damos por eles. Obrigado por isso, Carol!

Este livro surgiu de um projeto desta autora/ilustradora quando começou a desenhar mulheres e a escrever pequenas frases inspiradoras da força que as Mulheres têm ou devem ter. Convido-vos a visitar a sua página do FB.

Deixo-vos algumas fotos que tirei No passado dia oito, na apresentação deste livro, na Biblioteca de Belém (vale a pena visitar) que teve a presença de Catarina Furtado, a representar a Associação Coracões com Coroa.





Terminado em 8 de Março de 2016

Estrelas: 4*

Sinopse
Existem mulheres negras, brancas, morenas, latinas, asiáticas, indianas, indígenas. Existem engenheiras, donas de casa, prostitutas, ministras, artistas, executivas, atrizes. Há mulheres cegas, surdas, mudas. Mulheres bipolares, deprimidas, ansiosas. Existem heterossexuais, lésbicas, bissexuais, arromânticas, pansexuais, assexuais. Mulheres cristãs, ateias, budistas, muçulmanas. Há mulheres que não são ativistas, que nunca ouviram falar em feminismo, que nunca discutiram racismo. Mulheres que lutam de formas diferentes, a partir de ideias que não conhecemos.

Existem mulheres que têm vergonha de partilhar as suas escolhas por medo de serem julgadas. E existem mulheres que discordam de tudo o que eu disse até aqui. Cada Mulher tem a sua própria história, e acredito que todas merecem ser ouvidas e representadas. A minha abordagem será abrangente, convidando todos os que partilhem comigo essa ideia de liberdade a celebrar a diversidade do ser humano. Pode entrar, sente-se onde quiser, tome um café. Estão todos convidados. - Carol Rossetti

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