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segunda-feira, 28 de abril de 2014

"Até ao Fim do Mundo" de Maria Semple

Li com um agrado crescendo este livro. Nas primeiras páginas achei que seria uma leitura agradável, embora meio estranha! Mas logo me passou essa sensação... Passo a explicar: o narrador vai sendo constantemente alterado, a forma de nos comunicar a história também muda, o que, à partida pode parecer um pouco confuso. Não é!

Desde e-mails, cartas, relatos de algo que nos apercebemos ser um diário, faxes, relatórios, tudo serve para nos retratar uma família muito peculiar que passa, e ultrapassa, situações bem graves por falta de comunicação entre os seus membros. E, se esta forma de escrita pode confundir o leitor nas primeiras páginas, por ser tão variada e por ter vários narradores, logo deixa de constituir um impedimento pois rapidamente nos vemos dentro da trama e a apreciá-la devidamente.

Romance com uma escrita divertida e variada, que nos faz pensar como, por vezes, conhecemos mal quem está ao nosso lado! Com mistério q.b., humor e drama misturados, esta é uma leitura que se faz com muito prazer.

Terminado em 24 de Abril de 2014

Estrelas: 5*

Sinopse
A fama de Bernadette Fox precede-a.

No círculo restrito e elitista do design mundial, ela é uma arquiteta revolucionária.
Para o marido, um guru da Microsoft, ela é a prodigiosa e atormentada paixão da sua vida.
Segundo os vizinhos e conhecidos, ela representa uma afronta e uma ameaça.
Mas aos olhos da filha, Bee, ela é, simplesmente, a Mãe.
E um dia Bernadette desaparece. Quando todos parecem reagir à sua ausência com diversos graus de alívio, Bee é a única disposta a tudo para a encontrar. Mas a instável e agorafóbica Bernadette não quer ser encontrada e tem meios e inteligência suficientes para se manter incógnita… mesmo que para tal tenha de encetar uma impossível viagem ao fim do mundo.
Neste retrato de uma mulher pouco convencional, a autora explora a fragilidade e a inadequação das mentes criativas face à voracidade uniformizadora do mundo moderno. A incómoda Bernadette e a sua família disfuncional são paradigmas das relações humanas do século XXI.




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