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domingo, 10 de novembro de 2013

Ao Domingo com... José Luís Nunes Martins

Um dia percebi que nunca deixaria de estudar Filosofia. Pelo profundo sentido que me chega, pela vontade que me desperta em fazer, também eu, um percurso... assim.
A temática da morte foi, desde cedo, a eleita como central na forma como penso... pela verdade que consegue transportar, pela capacidade que tem de desmentir aparências; pelo sentido da vida que exige de forma urgente e séria... pela humildade com que, com toda a simplicidade, nos revela tanto sobre nós mesmos.
Dei já aulas a todos os níveis... trabalho em comunicação e como consultor na área do planeamento e gestão de emergência / crise... depois de algum tempo percebe-se que não são zonas estranhas umas às outras.
Gosto de cavalos, mar, montanhas e tempestades... muito por nos tornarem evidente que não somos assim tão importantes... ou melhor, que apesar de pequenos, terá de haver algo que justifique o milagre absoluto da nossa existência...
O livro "Filosofias – 79 reflexões" congrega as melhores crónicas que fui escrevendo para a edição de fim de semana do jornal i, desde abril de 2011.
Em cada reflexão procuro apresentar uma ideia filosófica fazendo um percurso simples pelos pontos essenciais da sua fundamentação. Não pretendo senão promover uma reflexão pessoal séria a respeito da vida de cada um de nós. 
Não há citações nem notas de rodapé. (D)escrevo um percurso a fim de levar o leitor a fazer também um seu a respeito da mesma temática, o (meu) texto serve de pretexto a uma análise às ideias de quem lê.
Numa linha de um existencialismo cristão são pontos de referência constante as temáticas da morte e do amor, Deus, aparências, sofrimento, etc… 
Não é um livro comum, as páginas não são a preto e branco... Cada crónica é acompanhada por uma ilustração (a cores) cuja leitura complementa o texto da crónica, acrescentando-lhe poesia e profundidade… são arte do meu amigo Carlos Ribeiro.
O amor diz-se na originalidade da obra que é a vida de cada um de nós...
Caminhemos para diante ainda que com espinhos, coroas deles, cravados nos pés... Afinal, os verdadeiros sonhos de um homem esperam por ele, mas muito longe do sítio onde costuma dormir. 
Que não nos falte a fé.

Obrigado.
José Luís Nunes Martins

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