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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

"A Linha Ténue do Passado" de Mónica Cortesão Gonçalves

Foi de sorriso no rosto que a autora me cumprimentou na sua apresentação do livro na Fnac do Vasco da Gama! Cativante! Como as palavras do seu primeiro romance.

Li com gosto e muito rapidamente as quase quatrocentas páginas deste livro porque a história nos permite entrar nela e viajar. Imaginativa q.b., a autora funde passado e presente, momentos verídicos da História com fantasia, já que a personagem principal, uma jovem de nome Maria, sofre de visões quando dorme e visualiza parte do passado de seus familiares, vivido nesse horror que foi a II Grande Guerra, no Luxemburgo.

Mistérios vários que são desvendados aos poucos e que revelam uma trama bem urdida e uma narrativa viva com ritmo intenso. O conteúdo é, na sua maior parte, verosímil e até os sonhos que Maria tem do passado dos seus familiares nos parecem credíveis!

Uma escritora que deixa antever um caminho na escrita cheio de sucessos! Um primeiro livro, com algumas correções a fazer, mas cuja leitura recomendo!

Terminado em de Setembro de 2013

Estrelas: 4*+

Sinopse

No Luxemburgo, Maria descobre uma mansão que pertencera aos seus ascendentes, de onde a sua avó havia fugido anos antes devido às calamidades que os habitantes sofreram durante toda a 2.ª Guerra Mundial. Descobre uma nova identidade, o seu verdadeiro lar, num sítio desconhecido onde se sente em casa. Encontra história, amigos, inimigos, amor, erotismo, filhos, e constrói um verdadeiro lar sob a ameaça mortal de dois alemães que se querem apoderar da sua herança, alegando fazerem parte dela.
Maria tem uma vida paralela enquanto dorme, através de visões de um passado doloroso, desenterra a história da sua família e o seu sofrimento durante a invasão alemã da 2.ª Grande Guerra, num país que até então não sabia ter agonizado tanto, descobrindo a verdadeira razão da fuga da sua avó para Portugal.
A obra funde o passado com o presente e a imaginação com factos verídicos, onde todas as experiências levam Maria a descobrir o inimaginável.

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