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domingo, 19 de maio de 2013

Ao Domingo com... Rui Carreto


Olá a todos!
O meu nome é Rui Carreto.

Estudei teatro e filosofia- tanto filosofia ocidental como filosofia oriental- algo que está
presente na minha escrita, embora de forma muito vestida.
Acredito na bondade humana e tenho um lema: “o homem é bom, mas os homens são maus”, como tal é importante, a cada homem  a sua individualidade, e não se deixar levar pela intoxicação cultural e pelo hipnotismo da ambição, tal como o da imitação, o que nos faz ser homens animalescos mas não o homem humano, o original, o que realmente somos. Acredito no homem, em cada um de vós.
Falando de literatura:
O que me inspira são as grandes idéias; é a grande imaginação, aquela capaz de levar um leitor, da primeira à ultima página, a imaginar algo completamente diferente e a perder-se no tempo, a   entrar numa história de corpo e alma.
Tenho inspirações em Jorge Luís Borges, Ray Bradbury,  Bernard Werber, Lewis Carroll entre outros.  
Escrevi a minha primeira obra: “Livrolândia- a Terra dos Livros”, uma aventura misteriosa,  na  qual os livros são eles mesmos os personagens. Depois da meia-noite ganham vida nas
bibliotecas, feiras de livro e livrarias ao redor do mundo. Um exótico realismo mágico em que os leitores entram uma história repelta de seres orgânicos em papel, que vivem depois da meia-noite, e que às seis da manhã regressam de novo às prateleiras das lojas para só regressarem de novo depois do dia e de novo à meia-noite, ganhando de novo vida real nas suas cidades livrescas (as Livropólis por mim imaginadas, um mundo todo feito em papiro, pergaminho e papel). Mais que uma história fantástica sobre livros, “Livrolândia- a Terra dos Livros” é uma experiência directa que leva o leitor a entrar num verossímil universo de livros vivos e a sentir-se no papel de um livro.
Em breve saírá o meu segundo livro que se intítula: “A Tribo da Pontuação- a vida sentimental dos sinais da pontuação”, um romance pontual , um romance onde as minhas personagens são inspiradas em regras gerais da pontuação, instrumentos musicais e seres mitológicos; para já espero continuar a criar histórias de corpo e alma e a marcar a minha diferença no panorama literário actual, não porque queira ser diferente,  mas por não me guiar por mapas literários quando escrevo; e apesar de ter inspirações (como referi), também me sei desfazer delas e criar o meu próprio imaginário enquanto escritor.
Espero que descubram o meu primeiro trabalho, e  que este seja algo de novo que desperte a vossa imaginação.


Um abraço a todos... E boas leituras.
Rui Carreto.



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