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domingo, 24 de março de 2013

Ao Domingo com... Nuno Santos

Há quem lhes chame as Ilhas Encantadas, ou as Ilhas de Bruma, são mais conhecidas simplesmente como os Açores. Foi lá que vi a beleza deste mundo em que vivemos e muitas vezes renegamos, pela primeira vez, há quarenta e três anos, na Mui Leal Cidade da Horta, ilha do Faial. Chamaram-me Nuno, Nuno Santos. Casado, com a minha melhor amiga, confidente, alma gémea, há quase vinte anos, dois filhos e realizado na vida, (mas não conformado), a inércia para mim é o desvirtuar do próprio significado da palavra vida, viver é projetar e projetar é viver. Foi com esta premissa em mente que me atrevi a aventurar-me no mundo dos livros, escrever eu próprio um texto, algo a que hesito chamar uma obra literária, antes prefiro nomeá-la uma história com História. Ávido leitor de quase todos os géneros literários desde que me lembro, ganhei finalmente coragem para dar este passo gigantesco, publicar um livro, juntando algumas das áreas de que mais gosto: literatura, cultura, viagens, personagens banais que se cruzam com a grandeza de figuras históricas, monumentos revisitados e vistos sobre novas perspetivas, textos históricos que escondem segredos inimagináveis, ficção histórica que se confunde com a realidade dos eventos memoráveis, nascimento de nações e de conspirações, tudo isto se pode encontrar em O Livro.
Tudo começou com uma ideia simples: imaginem três dos maiores génios da literatura universal, Camões, Shakespeare, Cervantes, nomes conhecidos e reconhecidos em qualquer recanto desta esfera terrestre, juntos, conspirando para tornar esse mundo quinhentista em que viviam, num mundo melhor, mais justo, usando a sua mestria com as palavras para influenciar mentes, ideias, pensamentos; idealizem a sua impotência em propagar essas ideias, perante dogmas e princípios arcaicos, a decisão dolorosa de guardar o resultado desse trabalho conjunto para eras mais acolhedoras e compreensivas…

Avancemos agora quinhentos anos, aterrando no atribulado mundo do século XXI, algo que só a literatura nos permite fazer com esta facilidade: travemos conhecimento com um banal funcionário da Biblioteca Nacional, de seu nome Leonardo Mascarenhas, Diretor de Aquisições da instituição. Quarentão solitário, cujo quotidiano prima pela monotonia, vê a sua vida insípida profundamente alterado por dois acontecimentos quase simultâneos: a aparição de uma atraente catedrática inglesa de passado misterioso e a descoberta absolutamente fortuita de uma intrigante mensagem numa obscura obra de um autor seiscentista pouco conhecido. Primeiro em Portugal, mais tarde na Inglaterra e por fim no Novo Mundo, Leonardo associa-se a Diane Winslow em busca daquela que seria a maior descoberta literária de todos os tempos, uma misteriosa obra escrita por Shakespeare, Camões e Cervantes, entre outros, cuja mensagem teria influenciado profundamente o nascimento da mais poderosa nação da Terra. Entretanto, na penumbra, algumas forças esforçam-se para que o verdadeiro segredo daquela obra jamais seja revelado e para que a obra caia no esquecimento para sempre…

Curioso(a)? É natural, é um dos nossos instintos mais básicos (e não, não são só as mulheres que são curiosas!), aquele que mais tem contribuído para a nossa evolução, por isso descubra mais sobre O Livro em:

Nuno Santos
Nuno Santos

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